sábado, 29 de dezembro de 2012

Lembranças

Cansada.
Sigo numa estrada.
Sinto que minha alma vai sucumbir.
Dilacere minha existência.
Rasgue como papel.
Meu coração se enche,
E parece que vai explodir
Ao menor soprar do vento.
Minha cabeça se mistura em pensamentos
Em possibilidade e sonhos destruídos
E lá no fundo ainda segue pelo vale da ilusão
É tudo o que restou
depois de tanta vida desperdiçada com promessas levianas.
Sinto cada marca queimar feitas para me lembrar de todos meus pecados.
Meu espirito fraco espera qualquer vestígio de humanidade para não se quebrar como um vidro trincado.
Essas lembranças um dia sumirão,
Junto com minha vida,
E como nos sonhos,
Mesmo não fazendo sentido.
Cada parte de mim...
talvez encontre seu verdadeiro lugar!

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